Palestras: ► Planejamento Financeiro Pessoal                     ► Redução de Custos

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

1. Tendências do mercado de trabalho na área financeira

2. Desafios do desenvolvimento profissional na área financeira

3. Teste seu conhecimento prático de finanças em nível básico

4. Conhecimentos mais requisitados em cargos da área financeira

5. Estratégias para sobrevivência do profissional de tesouraria.

6.Valorização do profissional de finanças

7. Crescimento profissional na área financeira: habilidades complementares indispensáveis

8. Recolocação profissional: ameaças e  oportunidades

9. Cursos a distância (EAD)


 1. Tendências do mercado de trabalho na área financeira
 

Nos últimos anos, o mercado  de trabalho na área financeira  tem sofrido importantes alterações devido a  fatores    macroeconômicos,    gerenciais  e tecnológicos. Ao longo dos próximos anos, essa mudança deverá se  manter e, em alguns casos,  se acentuar.

Os  fatores macroeconômicos nos anos recentes com atuação  mais marcante sobre o mercado  de trabalho na área financeira foram  a queda da inflação depois do Plano Real  e a abertura da economia brasileira.

Com a forte redução das taxas de inflação, a importância das  aplicações financeiras - uma atividade típica de tesouraria -  foi naturalmente reduzida. Quando tínhamos uma inflação alta, era muito importante dirigir os esforços para maximizar os ganhos ou minimizar as perdas com os recursos financeiros ociosos.

Ao mesmo tempo em que a inflação brasileira se reduziu drasticamente, alargou-se a abertura da nossa economia, obrigando as empresas a se tornarem mais competitivas, o que ressaltou a importância da atividade de controladoria.

Análise de custos, avaliação da rentabilidade das operações e estudo da economicidade de processos, entre outras,  são atividades que passaram a ter uma importância crucial para as empresas, tornando a função de controladoria mais importante do que nunca.

Nas pequenas e médias empresas, a gestão da  controladoria e da  tesouraria tem ficado sob a responsabilidade de uma mesma pessoa. Nesse caso, a mudança antes mencionada, significou apenas uma alteração de ênfase no trabalho que o gerente já executava.  Nessas empresas, a agregação  das  atividades de tesouraria e controladoria também se verifica junto aos profissionais de nível operacional.

Em  grandes organizações ainda predomina a tradicional dualidade na gestão das áreas de  controladoria e tesouraria. Ela  também é observada junto aos profissionais que trabalham nessas áreas.

Entretanto, este quadro já começou a mudar nessas empresas,  principalmente por causa  de mudanças no processo gerencial. Já se nota o início da  junção das funções de tesouraria e controladoria, como reflexo dos processos de
downsizing. Naturalmente, a tendência se refletirá sobre os profissionais que trabalham nessas áreas.

Do ponto de vista organizacional, a simplificação da cadeia hierárquica, com a eliminação dos níveis gerenciais intermediários, tem afetado sensivelmente a área financeira.

Muitas empresas estão colocando  as áreas financeira, administrativa e jurídica  sob a responsabilidade de um mesmo gerente.  A tendência tem sido designar o responsável pela área financeira como gestor das três áreas. Esta tendência afeta a exigência de qualificação para o gestor financeiro. 

As mudanças  tecnológicas têm afetado bastante o trabalho na área financeira. A informatização tem ceifado milhares de empregos na tesouraria das empresas, levando os profissionais dessa área a buscar novos nichos de trabalho.

Deve ser  destacado que o fenômeno do enxugamento em áreas da tesouraria - principalmente contas a pagar e  a receber -   tende a pegar muitos profissionais desprevenidos. É que nessas áreas o trabalho é normalmente volumoso, o que costuma dar às pessoas que nela trabalham a crença de terem seus empregos garantidos. 

A informatização afeta, além do trabalho operacional, também aquele mais especializado,  como é o caso dos cálculos financeiros. Os  sistemas centralizados executam os cálculos financeiros, fazendo com que o profissional se limite a acionar o teclado do seu terminal. Alguns deles  comentam que o "sistema faz tudo" e,  portanto, não precisam dominar  esses cálculos. Esta costuma  ser uma armadilha fatal.

Quanto aos  segmentos de trabalho promissores para os profissionais da área financeira, a dinâmica de mudança rápida e contínua   que se verifica no ambiente econômico brasileiro e internacional, torna difícil fazer prognósticos.

Entretanto, um princípio permanecerá válido em quaisquer circunstâncias: a todo tempo, as áreas promissoras serão  aquelas em que o profissional tiver a oportunidade de usar seu conhecimento combinado com a criatividade individual. São áreas onde a informática e a reengenharia  nunca conseguirão eliminar a necessidade de trabalho analítico e criativo.

Sem pretender esgotar a lista de áreas promissoras, poderíamos citar: engenharia financeira, análise e administração  de investimentos, redução de custos, avaliação de desempenho econômico-financeiro,  marketing financeiro e  consultoria financeira.

Nos segmentos mencionados sempre haverá espaço para a inovação e utilização do potencial de criatividade, permitindo ao profissional de finanças a oportunidade de se destacar e passar ao largo da crise.

Também vale registrar algumas orientações de caráter geral para as pessoas que já trabalham ou buscam uma oportunidade ou a recolocação na área financeira.

Inicialmente é preciso destacar o conjunto obrigatório de conhecimentos exigidos de um profissional da área financeira, tanto na tesouraria como na controladoria.

Esta base mínima de conhecimentos deve incluir: economia brasileira e  contas nacionais, produtos e serviços do mercado financeiro, matemática financeira, contabilidade gerencial, sistema tributário nacional, economia internacional,  além do conhecimento geral do software Excel, com ênfase em suas funções financeiras e estatísticas e seus recursos de simulação. Também é fundamental o conhecimento total de uma língua estrangeira (falar fluentemente, ler e  escrever). A segunda língua estrangeira começa a ser mais  um requisito.

A figura do super especialista está em baixa. A preferência é por um profissional generalista, com uma ou duas áreas de concentração de interesse.

Outro aspecto importante a ser registrado é que um elevado percentual dos currículos recebidos pelas empresas continuam sendo  mal elaborados.  As falhas mais comuns são: estruturação inadequada, inclusão de detalhes irrelevantes na experiência profissional, informações conflitantes, cifras incoerentes de resultados alcançados e má apresentação gráfica.

Como o currículo é o cartão de visitas  do candidato a emprego, se for mal elaborado, já deixa a pessoa em desvantagem na "largada" do processo de seleção.

Outro aspecto a merecer atenção é o treinamento. De modo geral,  quando as pessoas estão empregadas, dão pequena prioridade ao treinamento. No momento em que perdem o emprego ou sentem a ameaça de perdê-lo é que  se dão conta de como negligenciaram no desenvolvimento ou aprimoramento de suas habilidades profissionais.

Também a empresa que até então nunca havia se preocupado com o treinamento e desenvolvimento  de seus colaboradores, no momento em que os demite, paga uma espécie de  "vale-treinamento".  Talvez, muito tarde.

Por último, as estatísticas mostram que a forma mais utilizada de procurar emprego - responder a anúncios de jornais - é a menos eficaz. É sabido que os maiores índices de sucesso acontecem através de indicações pessoais ou de postulação direta junto à empresa pelo próprio interessado.

 2. Desafios do desenvolvimento profissional na área financeira

 A  acumulação de experiência é um processo natural à medida que se amplia o tempo de trabalho.  Em circunstâncias normais, um profissional da área financeira, no final de sua carreira,  terá acumulado valiosa carga de experiência profissional.

 Entretanto, para muitas empresas, a maturidade tarimbada   não é um valor inquestionável para boa parte das funções. As empresas,  principalmente as grandes, muitas vezes buscam profissionais que juntem juventude e experiência, por mais inconsistente que esse objetivo possa parecer.

 Mesmo por parte das pessoas, rápido desenvolvimento profissional é uma meta muito valorizada.

Nesse sentido, algumas  empresas oferecem como atrativo para jovens  candidatos a emprego,  possibilidade de rápido crescimento profissional. É evidente que o cumprimento dessa promessa exigirá uma contrapartida por parte do empregado.

Se não dispõe de incentivos especiais no próprio ambiente trabalho, o profissional de finanças  precisará  queimar etapas no processo de absorção de conhecimento. Acumular conhecimento ainda cedo na vida profissional tornou-se um objetivo muito valioso.

Os profissionais mais determinados em relação ao objetivo de rápido crescimento profissional adotam a postura mais efetiva para isso: trocam voluntariamente de emprego, visando conseguir novos desafios,  novas experiências e acelerar seu crescimento profissional. É a fuga da mesmice.

 Essa atitude, entretanto, é impraticável  para a maioria dos profissionais, em virtude da natural escassez de oportunidades  e de diferenças de práticas de trabalho.

 Por exemplo, para aqueles que trabalham no setor bancário, onde há práticas profissionais bastante específicas, existem  dificuldades para se transferir rápida e espontaneamente  para outro setor de atividade.

Em resumo, o desafio para a maioria dos profissionais de finanças (e de outras áreas também) é acelerar o desenvolvimento profissional sem mudar de emprego.

 A aceleração da absorção de  conhecimento exige, invariavelmente, esforço pessoal aumentado.  Em última análise,  é um processo de investimento de tempo e, às vezes, de dinheiro no sentido de acelerar o processo de aprendizagem.

 As recomendações seguintes  se aplicam aos profissionais de finanças que desejam acelerar seu desenvolvimento profissional.

 1. Aceitar novos desafios profissionais na mesma empresa (rotação de função ou job rotation para os que gostam de neologismos)  e encará-los como uma oportunidade de crescimento profissional. Para aqueles que têm potencial para funções gerenciais, uma mudança radical de função  – por exemplo, passagem pela área de compras – é particularmente promissora. Convém lembrar que a atividade financeira tem interligação  com praticamente todas as áreas de uma empresa.

 2. Procurar conhecer todo o processo de trabalho em que estiver envolvido, buscando ir além dos temas estritamente financeiros. Por exemplo, se é da  área de contas a pagar, deve buscar conhecer os aspectos fundamentais da legislação tributária  pertinente,  principalmente aqueles menos sujeitos a constantes mudanças. No trabalho com o  fluxo de caixa, é importante  ser mais que o centralizador dos dados gerados pelas diversas áreas da empresa.

 3. Fazer com disposição aquele treinamento que lhe foi oferecido, mesmo que  à primeira vista não pareça ter uma ligação direta  com suas atividades atuais. Também aqui, para os que têm potencial para funções gerenciais, esta recomendação é importante.

 4. Valorizar  o ambiente de saudável competição profissional  existente em certas empresas. Este é um caminho natural para aceleração da aprendizagem profissional.

 5. Procurar compreender  os fundamentos da  economia nacional e internacional e seus efeitos sobre a atividade financeira da organização.

 6. Dominar os fundamentos da informática (sistema operacional, editores de texto e planilhas). Este procedimento tende a aumentar a produtividade do profissional, na medida em que o torna menos dependente do suporte interno. Em termos mais gerais, procurar conhecer  a ligação da tecnologia da informação com a atividade financeira e, principalmente, suas tendências.

 7. Organizar grupos para troca de conhecimento e experiências. Podem ser formados com  profissionais de outras empresas tais como  clientes,  fornecedores ou parceiros.

8. Procurar  o equilíbrio entre teoria e prática de finanças. Muita prática sem domínio dos fundamentos teóricos não é recomendável. Também não agrega valor a teoria divorciada da realidade. É importante reconhecer cedo alguns mitos largamente encontrados na prática financeira e que podem prejudicar  uma carreira profissional. Não esquecer também que em determinados tópicos de finanças, há um significativo distanciamento entre teoria e prática.

9. Assistir palestras ou  entrevistas de especialistas em temas específicos ou correlatos com a área financeira. É uma oportunidade para conhecer opiniões, metodologias e expectativas fora do ambiente de trabalho. Revistas, jornais, sites e programas especializados em finanças têm um papel importante  para isso.

 10. Aumentar o número de  porquês a serem respondidos e o número de respostas a um mesmo porquê.  

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3. Teste seu conhecimento prático de finanças em nível básico

As questões seguintes visam avaliar seu conhecimento prático de finanças em nível básico.

 1. Que  características fundamentais devem ter as aplicações financeiras  das sobras de caixa de uma  empresa?

 2. Para um dado financiamento que vem sendo pago em prestações iguais, qual a maneira mais simples para calcular o valor do saldo devedor?

 3. Numa negociação com um cliente visando que ele antecipe o pagamento de uma duplicata, que condição a  taxa de desconto a ser oferecida a ele deve atender, de modo  que a proposta seja financeiramente atrativa para ele (empresa compradora)  e para sua empresa (empresa vendedora)?

 4. O setor de  compras da empresa tem duas propostas diferentes para compra de um mesmo material, cujo preço à vista é R$ 10.000,00:

Fornecedor 1: 10 parcelas de R$ 1420,00.

Fornecedor 2 : 14 parcelas de R$ 1.100,00.

A empresa não tem qualquer limitação financeira e pretende escolher o fornecedor que lhe proporcionar o melhor negócio. Que fornecedor você recomenda?

5. Qual o valor do  faturamento necessário para que uma empresa possa  igualar os  custos totais  à  receita total (ponto de equilíbrio ou de lucro zero), supondo que seus custos fixos mensais montam a R$ 800.000,00 e a margem de contribuição média da empresa é de 25%?

 6. Quais as fórmulas de cálculos dos índices de liquidez corrente, de rentabilidade do capital próprio e de grau de endividamento geral? 

 7. Supondo que sua empresa tenha uma dívida em dólar, vencendo de uma só vez dentro de oito meses, que alternativa você recomendaria para protegê-la do risco de uma possível elevação da taxa de câmbio?

 8. Uma empresa fez uma aplicação  financeira num fundo DI pelo prazo de trinta dias, resgatando-a integralmente no final desse prazo, obtendo uma taxa de rentabilidade líquida de 1% ao mês, após o desconto do  imposto de renda na fonte pela alíquota de 20%.  Qual a  taxa de rentabilidade líquida efetiva dessa aplicação, supondo que a empresa é tributada pelo regime de lucro presumido e está sujeita a uma alíquota de imposto de renda 15% ao ano? 

 9. Você está negociando o preço de um serviço  a ser prestado a um cliente e  deseja receber R$ 900.000,00, líquido de ISS, cuja alíquota é 5%. Quanto deverá cobrar pelo serviço?

10. A soma dos percentuais de inflação verificados durante doze meses consecutivos  foi de 6,4%. A taxa anual de inflação acumulada nesse mesmo período de doze meses,  será menor, igual ou maior que 6,4%?

Clique aqui para ver as respostas.

 4. Conhecimentos mais requisitados em cargos da área financeira

Analista de Tesouraria

 

·         Análise de fluxo de caixa.

·         Controle de operações financeiras.

·         Operações no mercado futuro (hedge/swap).

·         Análise do fluxo de caixa de médio e curto prazos.

·         Análise de risco de mercado.

·         Operações de aplicações e resgates.

·         Montagem de operações de swaps.

·         Fechamento de câmbio.

·         Elaboração de relatórios gerenciais.

 

Analista de Tesouraria Sênior 

 

·         Administração de caixa.

·         Gerenciamento de contas a pagar e receber.

·         Fechamento de contratos, leasing e FINAME.

·         Projeção de fluxo de caixa.

·         Elaboração  de análises e estudos financeiros.

·         Operações de leasing.

·         Aplicação de recursos no mercado financeiro.

·         Fechamento de câmbio.

 

Coordenador de Tesouraria 

 

·         Gestão de fluxo de caixa.

·         Gestão de operações financeiras de empréstimos.

·         Controle de Investimentos.

·         Realização de operações de câmbio.

·         Planejamento e controle de fluxo de caixa.

 

Gerente de Operações Financeiras

 

·       Captação e aplicação de recursos financeiros.

·       Controle de risco de liquidez.

·       Controle de risco de  risco de preço.

·       Gestão do fluxo de caixa.

·       Acompanhamento das operações de renda variável.

·       Conhecimento das normas do  BACEN  e CVM para as  instituições financeiras.

 

Controller

 

          Controles internos.

·         Planejamento financeiro.

·         Análise de resultados.

·         Estudos de viabilidade

·         Orçamento. 

·         Planejamento tributário.

·         Controles gerenciais.

·         Análise de rentabilidade de produtos.

·         Forecast.

·         Relatórios gerenciais, societários e fiscais.

·         Análise, acompanhamento e controle de custos.

·         Fechamento mensal dos resultados.

·         Relatórios financeiros para tomada de decisão.

·         Elaboração e controle do orçamento e forecast.

·         Acompanhamento e controle dos relatórios contábeis.

·         Elaboração de relatórios em US GAAP.

 

 Analista de Custos

 

·         Controle de estoques.

·         Análise e Controle de custos.

·         Projetos de eliminação de perdas.

·         Programas de redução de custos.

  

Coordenador de Custos

 

         Análise de custos.

         Margem de contribuição.

         Incentivos fiscais para redução de custos

         Estudos de  viabilidade de novos projetos.

         Análise crítica dos resultados.

 

Analista de Planejamento Financeiro 

 

·        Elaboração e acompanhamento do orçamento.

·        Estudos de viabilidade econômico-financeira.

·        Controle do orçamento e suas variações.

·        Elaboração do Forecast.

·       Análise de resultado  por divisão e  produto.

·       Análise de rentabilidade por  cliente e canal de vendas.

 

 Gerente de Custos 

 

·         Fechamento contábil.

·         Análise e Controle de custos.

·         Orçamento.

·         Formação de preços.

·         Demonstrações financeiras em US GAAP.

 

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5. Estratégias para sobrevivência do profissional de tesouraria.

 Na formatação universal, a tesouraria de uma organização engloba as seguintes funções:

  • Contas a Receber.

  • Contas a Pagar.

  • Operação dos fluxos de caixa financeiros (curto e médio prazo).

  • Captação de recursos financeiros.

  • Aplicação de reservas financeiras ou sobras de caixa.

  • Gestão da informatização e organização da tesouraria.

 Contas a pagar e contas a receber habitualmente concentram a maioria das atividades da tesouraria. Nessas duas áreas, boa parte do trabalho tende a ser basicamente operacional e com menor nível de exigência de conhecimentos em relação às demais atividades da tesouraria.

 Nas operações de contas a pagar e receber  há um grande volume de trabalho, normalmente executado sob pressão de tempo ou de  escassez de recursos financeiros. Este fato tende a dar  às  pessoas  que  executam essas operações a sensação de ocupação plena e que seu trabalho é prioritário para a empresa.

 O   volume de trabalho com as atividades de contas a pagar e receber (liquidação de pagamentos, transmissão e controle da cobrança bancária,  conciliação bancária etc.) pode ser afetado pela  forma de organização da tesouraria, pelas  práticas comerciais,  pelas políticas de compras e pelos recursos de informática da empresa.

 Por exemplo, uma reorganização da tesouraria ou a implantação de um software mais poderoso pode trazer  um impacto significativo sobre a quantidade de trabalho de rotina nas atividades de contas a pagar e receber. É justamente neste ponto que estão as ameaças aos profissionais que atuam no núcleo da tesouraria.

 Antes das mudanças, o estafante trabalho    dava a impressão de ser imprescindível para a empresa.  Agora, o novo software  faz tudo ou quase tudo. A nova organização da tesouraria eliminou procedimentos operacionais que antes ocupavam as pessoas.

 Nesses caso, com freqüência, os profissionais descobrem que mesmo em outras áreas da tesouraria (fluxo de caixa, captação e aplicação de recurso financeiros) seu aproveitamento ficaria difícil porque eles se especializaram nas atividades de   contas a pagar e receber.

 Com o avanço da tecnologia e outras mudanças no ambiente econômico-financeiro (universalização dos sistemas ERP, novo sistema de pagamentos brasileiro, nota-fiscal eletrônica, operações de internet banking etc.) o núcleo da tesouraria tende a ser cada vez mais enxuto. Esse é um fenômeno irreversível que vem se verificando em todo o mundo, principalmente a partir dos anos noventa.

A estratégia de sobrevivência para os profissionais que trabalham  em contas a pagar e receber – a alma da tesouraria - consiste nos seguintes procedimentos:

  1. Aprimorar suas habilidades para desempenhar bem as atuais funções. Um bom desempenho naquilo que já é feito hoje, pode ser o passaporte para transferências, novos desafios etc.
     
  1. Buscar o domínio de todo o processo de pagamento ou recebimento em que estiver envolvido.  Fugir do   o estereótipo de  que apenas o chefe precisa saber tudo ou quase tudo.
     
  1. Ampliar o leque de opções profissionais dentro da tesouraria. Significa buscar o rodízio de funções,  ampliar o escopo de suas atribuições, alargar seu potencial de contribuição para a empresa.
     
  1. Investir em treinamento visando capacitar-se para aquelas atividades que hoje são feitas talvez na mesa a seu lado,  mas que lhe são um tanto estranhas. Podemos chamar a isso de treinamento focado.
     
  2. Quando perceber a necessidade de mudanças nos processos de trabalho e estas estiverem fora de seu poder de decisão, deverá fazer  sugestões  com convicção e habilidade. 
     
  3. Buscar continuamente a inovação em seus métodos de trabalho, descobrindo oportunidades para a aplicação da criatividade individual, mesmo naquelas atividades que à primeira vista parecem dominadas por rotinas fixas.

 Com a adoção desses procedimentos, caso a empresa promova uma enxugamento em seus quadros de contas a pagar e receber, aumentam as chances do profissional ser realocado para outra atividade da tesouraria ou mesmo fora dela.

Respostas da seção 3

1. Baixo risco e alta liquidez.

2. Calcular o valor presente das prestações a vencer.

3. A taxa de desconto deve ser maior do que a taxa de aplicação do cliente e menor do que a taxa de captação da empresa vendedora.

4. Deve escolher o fornecedor 2 porque está cobrando juros de 6,4% ao mês contra 6,9% ao mês do fornecedor 1.

5. O faturamento necessário será R$ 800.000,00 dividido por 25% = R$ 3.200.000,00.

6.  Índices de liquidez corrente = Ativo circulante dividido pelo passivo circulante.

    Índice de rentabilidade do capital próprio = lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido

   Índice grau de endividamento geral = (passivo circulante + exigível de longo prazo) dividido pelo ativo total.

7. Comprar  contrato  Futuro de Dólar  na BM&F no valor da dívida.

8. 1,0625% ao mês.

A taxa bruta foi de: 1% dividido por (100% menos 20%) = 1,25%.

Sobre 1,25% incidiu 20 % de imposto de renda na fonte = 0,25% que será compensado quando do pagamento de...

...15% de imposto de renda da empresa = 1,25% multiplicado por 15% = 0,1875%.

Valor líquido final do rendimento:

1% mais 0,25% menos 0,1875% = 1,0625%.

9. R$ 900.000,00 dividido por (100% menos 5%) = R$ 947.368,42.

10. Maior que 6,4%.

6.Valorização do profissional de finanças

 Além de vivência  específica nas atividades  financeiras,  a valorização do profissional de finanças e o consequente aumento de sua empregabilidade são   fortemente ajudadas  por conhecimentos complementares  tanto da própria área de finanças como de outras áreas como  a jurídica  e de  informática.

O nível desses  conhecimentos  depende do tipo de atividade exercida, mas em qualquer caso sempre haverá uma base  mínima sem a qual o profissional de finanças ficará limitado em seu campo de atuação.  Conhecimentos complementares, adicionados à  especialização técnica é a chave da produtividade profissional.

No setor financeiro é frequente encontrarmos profissionais, às vezes com função gerencial, que aprenderam “fazendo”. Conhecem a fundo as rotinas operacionais do setor financeiro, mas alguns se ressentem de uma base mais ampla de  conhecimentos complementares, capaz de levá-los a um grau mais elevado  de realizações ou de aumentar a produtividade naquilo que  já fazem.

A  relação  de conhecimentos descrita a seguir considera o profissional de finanças trabalhando na tesouraria das organizações ou  no “financeiro” como é muitas vezes denominada  essa área de trabalho.

1. Matemática Financeira – embora  muitos cálculos financeiros do dia a dia sejam  automatizados  pelos sistemas informatizados, é de fundamental importância que o profissional de finanças tenha uma base  de Matemática Financeira.  Essa habilidade lhe permite cobrir eventuais lacunas de cálculos desses sistemas e, em alguns  casos, obter mais agilidade   no processo de cálculo. O conhecimento de Matemática Financeira também tem um papel relevante em negociações com bancos, clientes e fornecedores.

2. Contabilidade gerencial – a capacidade de usar os dados da contabilidade para  entender ou prever a situação financeira de uma empresa  é uma habilidade  bastante valorizada em um  profissional de finanças.  Ela lhe permite fazer avaliação financeira de clientes, fornecedores e prestadores de serviços, além da própria empresa. Também possibilita a apuração ou a previsão de resultados com o enfoque gerencial, prática usual  nas pequenas e médias empresas.

3. Instrumentos de captação no mercado financeiro – o conhecimento dos instrumentos de captação disponíveis no sistema bancário, com todas as suas características operacionais,  custos, tributação, impactos sobre o balanço e a demonstração de resultados (DRE)  é essencial  para o profissional de finanças.  Esse conhecimento também lhe permite checar as despesas financeiras  lançadas pelos bancos nas contas-correntes, fazendo a conciliação bancária completa.  

4. Instrumentos de aplicação no mercado financeiro – Com o continuado  desenvolvimento  do mercado financeiro brasileiro, têm surgido várias opções para aplicação das sobras de caixa ou  reservas financeiras das empresas.  Essa   multiplicidade de opções requer do profissional de finanças uma visão abrangente sobre o assunto, incluindo o entendimento dos vários tipos de taxas de juros usados na remuneração e o cálculo  taxa real líquida das aplicações financeiras.

5. Fluxo de caixa da tesouraria – Esse onipresente instrumento de previsão  financeira   precisa fazer parte da bagagem mínima de conhecimentos do profissional de finanças. Mesmo não lidando diretamente com o fluxo de caixa, os profissionais do núcleo da tesouraria (contas a pagar e receber) têm uma forte ligação com o fluxo de caixa. O conhecimento dessa ferramenta permite que esses profissionais colaborem de modo mais efetivo com a área que gerencia o fluxo de caixa.

6. Excel em nível intermediário ou avançado – Mesmo nas empresas que têm sistemas informatizados integrados (ERP’s), algumas funções são apoiadas no Excel. Além disso, com frequência surgem necessidades especiais de cálculos financeiros que não são suportadas pelo  ERP da empresa. Nesses casos, o   Excel  é a ferramenta padrão para resolver o problema. Também na  utilização de editores de texto, a produtividade pode ser muito aumentada com o emprego dos recursos especiais do Excel.

7. Fundamentos de tributação – O conhecimento dos três sistemas de tributação empresarial existentes no Brasil e suas principais características deve fazer parte da bagagem do profissional  de finanças.   Além disso, é muito importante o entendimento  dos processos de retenção tributária, principalmente para os impostos federais e o ISS. Embora a orientação sobre esses assuntos caiba ao setor fiscal ou à contabilidade externa,  é bastante desejável que o profissional de finanças, principalmente das   áreas de contas a pagar e receber tenham alguma informação sobre esse assunto.

8. Noções de direto  empresarial -  No relacionamento financeiro da empresa com seus    clientes e  fornecedores  existe uma presença forte de elementos de direito societário,  de títulos de créditos e de direito falimentar.  Os fundamentos de direito empresarial  enriquecem bastante a capacidade analítica do profissional de finanças. 

É  importante ressaltar que o profissional de finanças mesmo não fazendo uso rotineiro dos conhecimentos aqui mencionadas em sua rotina diária, deverá buscá-los. Os benefícios sobre seu desempenho profissional surgirão no curto, médio e longo prazo.

7. Crescimento profissional na área financeira: habilidades complementares indispensáveis

 Formação escolar e histórico profissional são os dois principais fatores que influem sobre o progresso de um profissional de finanças.

 Algumas pessoas devido a  uma incomum  coincidência de características pessoais e de sua atividade profissional conseguem obter crescimento e sucesso profissional, apesar de não possuírem sequer as habilidades básicas. Elas representam uma pequena minoria no universo dos profissionais da área financeira.

 Por outro lado, há caso de profissionais com boa formação profissional e extensa experiência profissional,  mas que não conseguem decolar profissionalmente.

 Uma possível causa para esse fato é a carência de algumas habilidades complementares, que embora não muito divulgada, pode contribuir para a estagnação profissional.

 As principais dessas habilidades são apresentadas e comentadas a seguir.

 1. Capacidade de concentração e memorização

Esta é atualmente  uma lacuna bastante encontrada entre os profissionais de todas as áreas e idades. Existem alguns estudos que mostram ser a facilidade de pesquisa na internet a principal causa do crescimento do problema.

 Na área financeira, devido às suas particularidades, as limitações de capacidade concentração e memorização são altamente prejudiciais ao bom desempenho do trabalho.

 A solução mais indicada para esse problema é o profissional   fazer um curso visando aprimorar sua capacidade de concentração e memorização. É um treinamento rápido e de preços acessíveis, mas com retorno altamente compensador. Deve ser lembrado que o desenvolvimento dessa habilidade traz benefícios que extrapolam o terreno profissional. Com a melhora da concentração e memorização, a pessoa passa a ter maior facilidade de aprendizagem e retenção de informações,  o que gera   ganho de tempo.

 2. Habilidade de comunicação e expressão

 Como é sabido, o trabalho na área financeira inclui muitos contatos, tanto internos como externos.

 A comunicação escrita (mesmo por e-mail) ou verbal precisa ser clara e objetiva para poder ser eficaz.

 Novamente, a linguagem excessivamente simplificadora usada  na internet tem sido responsabilizada pelo empobrecimento do processo de comunicação, principalmente a escrita.

A boa comunicação requer alguns pré-requisitos, tais como rico vocabulário, capacidade de organização do pensamento e atenção.

 Porém,  a qualidade mais importante da comunicação que é a clareza do conteúdo,  pode ser obtida com alguma  facilidade. Um bom caminho é escrever pequenos textos sobre determinados assuntos (um pedido de informação ao cliente, uma reclamação ao gerente do banco, um aviso ao fornecedor etc.) e submetê-los à apreciação crítica de pessoas conhecidas até conseguir um resultado satisfatório.

Para o contato verbal,  a principal recomendação é usar um estilo de comunicação direta e concisa, sempre priorizando a clareza da mensagem. Nos casos em que for indispensável uma comunicação mais extensa, fazer um resumo dos principais pontos no encerramento do contato.

 3. Habilidade de negociação

 Várias funções de áreas como compras, vendas, logística, têm sido transferidas para a área financeira ou divididas com esta. Por esse motivo, o trabalho de negociação   estará cada vez presente na rotina do profissional de finanças.

 Pleitos, argumentações e demonstrações  são faces típicas de uma negociação, atividade que requer o apoio de outras habilidades, capitaneadas pelo conhecimento técnico.

Assim, tão importante quanto  ter um vasto conhecimento de Matemática Financeira é saber demonstrar ao cliente ou fornecedor a pertinência ou a lógica do cálculo dos juros, descontos,  encargos ou atualização monetária.

 O grande espaço para a negociação decorre do fato de que muitos pontos causadores de divergência entre os envolvidos numa negociação comercial e financeira não têm o amparo de uma legislação específica.

 Saber demonstrar  de forma eficaz para uma área interna da empresa a importância de obter em tempo os dados para a projeção do fluxo de caixa é um exemplo da importância da capacidade de argumentação.

 4. Habilidade  de localização de informação

 Localizar informação de forma eficiente aumenta bastante a eficiência do profissional de finanças. Essa capacidade deve ser entendida no sentido amplo, o que ultrapassa em muito o uso de sites de busca na internet.

 Muitas informações ainda são obtidas por meio de  contato com uma pessoa, ainda que seja pela internet. Saber identificar a fonte da informação é de grande valia no ambiente financeiro.

 Essa habilidade  requer o uso do raciocínio lógico, criatividade  e imaginação do profissional em busca da informação.

 Localizar rapidamente um especialista em custos de reorganização de tesouraria ou obter sem custo a série histórica de inadimplência empresarial nos últimos cinco anos são bons exemplos dessa habilidade.

8. Recolocação profissional: ameaças e  oportunidades

Um profissional de finanças  ao lidar com a questão de recolocação no mercado de trabalho precisa fazer algumas análises para tomar decisões que têm impacto de curto, médio e longo  prazo, além de adotar algumas posturas para facilitar o processo de reinserção.

O objetivo básico de toda recolocação profissional é pelo menos manter as condições  do emprego anterior, principalmente o valor do salário e o nível das atribuições.

A luta pela manutenção dessas condições   envolve uma   situação conflitante: quanto mais exigências forem colocadas para a aceitação do novo emprego, mais tempo será necessário para sua obtenção, o que por sua vez gera perdas econômicas pela demora em restabelecer a renda interrompida. Por outro lado, uma recolocação mais rápida pode ser feita à  custa de perda do nível de renda anterior ou de redução do nível de atribuições, o que pode ter implicações negativas sobre a renda no futuro.

Todo processo de recolocação profissional se defronta com  ameaças e oportunidades que precisam ser bem administradas.

Um tipo de ameaça recai sobre os profissionais já cristalizados numa função bastante específica. Ele pode ter passado anos trabalhando apenas com conciliação bancária ou fazendo lançamentos das operações  financeiras no sistema informatizado. Apesar do  extenso tempo neste trabalho ele pode  não  ter desenvolvido outra habilidade capaz de lhe permitir assumir uma função diferente daquela até então desempenhada. Tornou-se um profissional engessado com muito pouca mobilidade no trabalho.

Outra ameaça pode afetar  profissionais com um campo mais amplo de atuação, mas que ao longo dos anos não se reciclaram e, por isso, dominam apenas procedimentos típicos da sua  organização. Dadas  as características especiais da organização onde ele ficou durante anos, essa estagnação não lhe impediu de sobreviver na  função.    Entretanto, ao perder  esse emprego,  poderá ter sérias dificuldades de recolocação. Esse quadro é particularmente frequente na  função de tesoureiro ou equivalente em pequenas e médias organizações, onde um  atributo muito  valorizado para a função é o fator confiança, às vezes em detrimento de maior habilidade em finanças. Passado o choque inicial da dispensa, o profissional vai aos poucos tomando consciência de suas limitações e da natural dificuldade para se reposicionar no mercado de trabalho. São frequentes os casos de down grade ou renúncia profissional.

As duas ameaças mencionadas estão relacionadas com a incapacidade do profissional para atender a novas exigências do emprego em vista e são causadas principalmente  por   planejamento profissional inadequado.

 Pelo lado positivo, a recolocação em virtude de demissão não voluntária apresenta algumas oportunidades para  o profissional.  As principais são as seguintes:

- Obter melhor valorização de seu trabalho: muitas vezes o profissional permanece tamponado, trabalhando aquém de seu real potencial. Por comodismo ele se mantém nessa função até o momento em que é dispensado, quando pode surgir a oportunidade para fazer um trabalho mais valorizado.

- Evitar a estagnação profissional: é sabido que muitas organizações não proporcionam o ambiente apropriado para o desenvolvimento profissional. No tópico anterior, o profissional faz  menos que pode. No caso presente, ele usa todo o seu potencial, mas não tem possibilidade de avançar. Nesse caso, também o profissional não tem a iniciativa para mudar a situação e fica estagnado. Depois de  demitido podem surgir novas perspectivas de crescimento profissional.

Uma vez mergulhado num processo de recolocação, o profissional deve observar alguns pontos que o ajudarão a atingir seu objetivo. São os seguintes:

-  Valorizar seus pontos fortes no currículo e nas entrevistas.

- Não perder a disputa para concorrentes de mesmo nível ou menos qualificados por motivo de currículo mal elaborado  ou pobre comunicação na entrevista.

- Ter em mente que a habilidade de comunicação  escrita e falada é um dos fatores determinantes na contratação.

Num processo seletivo, muitos candidatos são eliminados com a redação de um simples parágrafo. Assim, é importante fazer algumas simulações de redação de temas  e respostas a possíveis perguntas e submetê-las uma opinião abalizada. Esse procedimento, além de melhorar o desempenho na entrevista, elimina ou reduz a tensão a que o candidato ficaria sujeito diante da expectativa de não saber o que escrever ou responder.

- Possuir a base mínima de conhecimentos  específicos:  operações bancárias, títulos de crédito, noções de contabilidade,  informática e  cálculos financeiros,  Excel avançado ou intermediário e fundamentos de tributação.  

- Atentar para habilidades complementares  importantes.

É bem conhecido o fato de que alguns profissionais com boa formação técnica encontram dificuldades para crescer profissionalmente ou se recolocar no mercado de trabalho em decorrência da carência de determinadas habilidades complementares. Elas podem ser uma forte ajuda no processo de recolocação profissional   (ver http://www.ief.com.br/merctrab.htm#crescimento ).

- Procurar pensar “fora da caixa”.

Na área financeira existe uma forte tendência ao conservadorismo de linguagem, práticas e crenças. Mas não deve ser esquecido que também é um campo onde existe espaço para pensar e inovar. A criatividade é um atributo raro e valioso em praticamente todos os campos. Nos processos financeiros ela pode trazer resultados surpreendentes. Procure desenvolvê-la. Esse atributo pode compensar com vantagem a limitação profissional em áreas mais específicas e  pode contribuir fortemente para a recolocação profissional.

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